Diofanto tem o seu nome ligado à cidade que foi o maior centro de atividade matemática na Grécia antiga. Pouco se sabe acerca da sua vida, o desconhecimento impede-nos mesmo de fixar com segurança em que século viveu. Têm sido sugeridas datas distanciadas de um século, antes ou depois do ano 250 d. C. Por uns versos encontrados no seu túmulo, escritos em forma de um enigmático problema, deduz-se que viveu 84 anos. Positivamente, tal problema não deve ser tomado como o paradigma dos problemas sobre os quais se interessou Diofanto pois ele pouca atenção deu a equações do 1º grau. Alexandria foi sempre um centro muito cosmopolita e a matemática que se originou nela não era toda do mesmo tipo. Os resultados de Heron eram bem diferentes dos de Euclides ou dos de Apolonios ou dos de Arquimedes, e na obra de Diofanto há novamente uma quebra abrupta da tradição clássica grega. O principal tratado de Diofanto conhecido, e que. Ao que parece, só em parte chegou até nós, é a Arithmetica....
Hipátia de Alexandria , nascida, provavelmente, entre os anos de 350 e 370 depois de Cristo. Tendo vivido em uma época em que o direito à educação não era garantido nem a todos os homens. Hipátia era filha de Téon, que era matemático, filósofo, astrônomo e um dos últimos diretores do Museu de Alexandria, no Egito, ela foi incentivada pelo pai, desde pequena, a estudar, estudou astronomia, religião, poesia, artes e ciências exatas. Por atuar em um ambiente extremamente masculino, Hipátia certamente era uma sábia acima da média, ou não teria exercido cargo como professora para a elite em Alexandria. Atuando na matemática, Hipátia desenvolveu estudos sobre a aritmética de Diofanto de Alexandria, matemático grego do século 3 a.C., considerado o pai da álgebra. Segundo estudiosos, Hipátia pretendia unificar as ideias de Diofanto com o neoplatonismo, ela ainda desenvolveu trabalhos de ciências exatas e medicina. Tornou-se professora de matemática e filosofia. ...
De origem modesta, Marie Crous se tornou uma escritora e professora talentosa na Charlotte-Rose de Caumont La Force. Em 1641 ela publicou um estudo sobre o sistema decimal, que dedicou à "the saffron-tinted princess". Madame de Combalet, duquesa d'Aiguillon, sobrinha do Cardeal de Richelieu e um conhecido mecenato; ela era amiga de Marin Mersenne. Contudo, Marie Crous nunca foi mencionada pelos notáveis membros de acadêmicos e cientistas dentro da ordem religiosa Católica Romana Mínima, que dominou a pesquisa científica na França durante aquele período e ela nunca foi reconhecida como uma mulher erudita. Seu trabalho, publicado por Simon Stevin, vai muito além do que era fornecido naquela época em manuais de cálculo. Ela escreveu: O ponto decimal (hoje chamado de virgule em francês) para separar a mantissa das partes decimais, e bem como o uso de um zero na parte decimal para indicar que uma ca...
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